O oceano pode ser infinito
E confundir-se com o azul do céu
Mas por entre ele
Alguém visualiza o que acontece à frente do seu véu
A noite chegara sem avisar
Dois seres pernoitam entrelaçados
Por entre as areias quentes do deserto
Que cantam as suas melodias de hipnotizar
O pôr do sol nunca antes visto
É lindo e perfeito aos seus olhos
Que se emocionam com tamanha beleza
Sem nunca largarem as mãos
Palavras que nunca foram ditas
São agora vistas
Olhares penetrantes que dizem e que choram
Tudo o que o coração dita
São gestos que duraram
Por entre a noite fora
Nas areias quentes do deserto


1 comentário:
Bom isto é uma coisa feliz de se dizer, mas olha cá estou eu...a actualizar-me a ler o teu blog.
Agora vamos ao que interessa. Pela primeira vez li poesia. E nem sempre tem de rimar, como tu mesma fizeste. Vejo que o Clone te anda a inspirar. Eu bem te disse que o deserto tem a sua magia.
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