Amar-te é como viver uma vida nova,
Uma vida sem problemas
Uma vida repleta de alegrias
Uma vida onde se deseja o amanhã
Uma vida simples
Uma vida cheia de amor por ti
Amar-te é simplesmente amar-te tal como és, com as tuas qualidades e com os teus defeitos.
És como o céu, que de tão longe estar, fizeste mundos e fundos para eu te conseguir tocar, abraçar...
Por vezes quando te vejo, parece que és um anjo e que fui abençoada por te ter nos meus braços.
És tu o Sol que ilumina o meu caminho e me faz viver os meus dias em pleno, para não voltar a entrar na escuridão que fora antes a minha casa.
Amo as palavras que são ditas, as juras de amor, ...
Tu és tudo o que eu procurei para a minha vida.
Amo-te
domingo, 27 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Sem Escolha
Adorava poder escolher ver ou não a tua cara sombria mas sei que tal é impossível.
Os teus olhos percorrem a minha sombra, em busca de saciar a tua sede que já mais será saciada.
Queria que me esquecesses, que retomes a tua vida nessa sombra sombria que é a tua moradia.
Sem escolha. - Disseste tu durante aquela noite, olhando-me sem pestanejar com os teus olhos sombrios.
Fechei os meus olhos na tentativa de deixar de ver os teus, mas foi impossível. Os meus olhos viam os teus mesmo estando fechados naquele escuro que me envolvia.
As tuas mãos frias envolviam a minha cintura de maneira a eu não ter qualquer forma de fugir.
Eu era a tua presa, uma presa fácil às tuas mãos. Uma presa que se partia ao mínimo toque.
Anne não sabia o que escrever depois de mais um pesadelo. Após várias noites sem dormir, sempre que passava pelo sono, via sempre o mesmo homem, o mesmo olhar frio, os seus dentes... A sede dele era visível para ela, ele seduzia-a sem parar e ela olhava-o com desdém.
Com tantos sonhos, Anne decidiu fazer um diário de sonhos. Talvez pudesse vir a descobrir quem era aquele homem que a intimidava todas as noites
Para ela a escolha seria terminar com tudo aquilo de vez, mas como? Os sonhos não são reais mas por vezes quem sabe?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Sonho...
O tempo passa por mim avisando-me que as coisas ficam registadas no tempo, uma barra cronológica de acontecimentos uns importantes, outros menos, mas que nos moldaram e nos moldam ao que somos hoje.
Perdida no tempo percorro entre vales distantes da minha memória, onde o vento doce toca na minha pele suavemente. Fecho os meus olhos na esperança de puder ir atrás no tempo, não para o corrigir, apenas para voltar a ver o teu rosto diante de mim e poder trazer-te comigo para o presente.
Os dias passam a correr e tu ali continuas deitado naquela cama que me transmite uma mistura de sentimentos, incertezas, certezas, esperanças... como é injusto.
Olho para o teu rosto tentando visualizar-te naquela cama, onde dormes profundamente durante meses. Não consigo acreditar que foi ali que foste parar depois de tudo o que nós vivemos os dois.
Pego numa fotografia tua, dou-te um beijo e desenho todos os teus contornos com o meu dedo. As fotografias não conseguem igualar a tua beleza por inteiro, apenas a tua imagem do momento.
Falo contigo através daquela imagem, a imagem que te imortalizou quando te encontrei. Lembras-te?
Depois de tanto sonhar contigo e de ir à tua procura, decidi por fim escrever-te.
Escrevi-te uma carta ao luar usando apenas velas para conseguir ler o que ia escrevendo no meio de lágrimas.
Ao longo da carta perguntei-me como é que irias reagir ao lê-la, será que irias conseguir recordar aquele almoço cheio de risos e brincadeiras?
Irias recordar o quão importante és para mim e o quão importante sou para ti?
Hoje estás comigo no meio da tua inconsciência que te impossibilita de saíres daquela cama. Pergunto, porquê a ti? Porquê a nós?
Todos os dias penso em ti, de como estarás. Apenas temos um oceano a nos separar, mas o que é que isso interessa?
O amor é assim mesmo, não existem barreiras, apenas obstáculos que nós humanos criamos por defesa.
Observo os aviões todas as noites e pergunto-lhes "Quando é que me levas contigo?". Quero ver-te, preciso de ver-te, tocar na tua pele, dar-te um beijinho na testa ou nas tuas bochechas. Quero sentir que ali estás realmente e que me sentes, não como antes mas mais intensamente.
Não te quero ali, até porque ali não é o lugar certo para os anjos. Quero-te comigo, com os teus amigos, com a tua vida para a frente.
Acordei silenciosamente do meu sono profundo. É normal sonhar contigo, mas não assim desta forma.
Ainda sinto o doce dos teus lábios nos meus, o meu coração aos saltos...
Sonhar contigo é ter-te sem te ter, durante um simples momento.
Perdida no tempo percorro entre vales distantes da minha memória, onde o vento doce toca na minha pele suavemente. Fecho os meus olhos na esperança de puder ir atrás no tempo, não para o corrigir, apenas para voltar a ver o teu rosto diante de mim e poder trazer-te comigo para o presente.
Os dias passam a correr e tu ali continuas deitado naquela cama que me transmite uma mistura de sentimentos, incertezas, certezas, esperanças... como é injusto.
Olho para o teu rosto tentando visualizar-te naquela cama, onde dormes profundamente durante meses. Não consigo acreditar que foi ali que foste parar depois de tudo o que nós vivemos os dois.
Pego numa fotografia tua, dou-te um beijo e desenho todos os teus contornos com o meu dedo. As fotografias não conseguem igualar a tua beleza por inteiro, apenas a tua imagem do momento.
Falo contigo através daquela imagem, a imagem que te imortalizou quando te encontrei. Lembras-te?
Depois de tanto sonhar contigo e de ir à tua procura, decidi por fim escrever-te.
Escrevi-te uma carta ao luar usando apenas velas para conseguir ler o que ia escrevendo no meio de lágrimas.
Ao longo da carta perguntei-me como é que irias reagir ao lê-la, será que irias conseguir recordar aquele almoço cheio de risos e brincadeiras?
Irias recordar o quão importante és para mim e o quão importante sou para ti?
Hoje estás comigo no meio da tua inconsciência que te impossibilita de saíres daquela cama. Pergunto, porquê a ti? Porquê a nós?
Todos os dias penso em ti, de como estarás. Apenas temos um oceano a nos separar, mas o que é que isso interessa?
O amor é assim mesmo, não existem barreiras, apenas obstáculos que nós humanos criamos por defesa.
Observo os aviões todas as noites e pergunto-lhes "Quando é que me levas contigo?". Quero ver-te, preciso de ver-te, tocar na tua pele, dar-te um beijinho na testa ou nas tuas bochechas. Quero sentir que ali estás realmente e que me sentes, não como antes mas mais intensamente.
Não te quero ali, até porque ali não é o lugar certo para os anjos. Quero-te comigo, com os teus amigos, com a tua vida para a frente.
Acordei silenciosamente do meu sono profundo. É normal sonhar contigo, mas não assim desta forma.
Ainda sinto o doce dos teus lábios nos meus, o meu coração aos saltos...
Sonhar contigo é ter-te sem te ter, durante um simples momento.
sábado, 3 de setembro de 2011
Estrela Cadente
O céu tingiu-se de várias cores e no meu horizonte, surgiram as luzes daquela cidade por mim já tão conhecida pelo passar dos anos.
Sentia-me exausta com tudo o que vivia. Uma lágrima percorreu o meu rosto, era demais para mim ver toda aquela dor, a minha dor...Sentei-me naquele chão frio, desejando estar noutro sitio, mas o meu lugar era ali.
Percorri todos os caminhos da minha memória tentando lembrar-me de todos aqueles momentos em que pude viver e sentir que afinal sempre existia uma razão para continuar em frente.
Sorri para mim ao lembrar-me de momentos não esquecidos, em que conseguia sentir o meu sorriso estampado na minha cara e não as lágrimas das tragédias.
À minha frente surgiu o belo Santuário que com a sua graça me concebia visionar toda a sua beleza e o seu explendor como se tivesse um mar de estrelas a iluminar o seu caminho.
A cidade por mim já conhecida parecia que me saudava dando-me a certeza de que esta seria uma noite das mais especiais que iria ter.
Coloquei as minhas mãos no chão frio para sentir a sua textura, o seu cheiro e assim trazer comigo um pouco daquele paraíso natural.
Pensei no que gostaria que acontecesse daqui em diante, nas mudanças que gostaria que surgissem na minha vida... Ai como tudo seria tão diferente...
A vida é mesmo cheia de incertezas.
Observei o céu, as estrelas formavam formas naquele mar negro.
A ursa maior vista dali parece enorme e o céu um autentico oceano que se funde com a terra.
Estrelas cadentes começaram a surgir diante de mim, formando um rasto por onde passavam e depois nada mais.
Olhei para o sitio onde uma acabara de passar, o meu coração estava prestes a saltar-me pelo peito. E se?...
Pedi-lhe que me concretizasse um desejo.
Uma chuva de estrelas surgiu ao longo da noite transformando-a numa das mais belas.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Uma Breve Revisão
Os dias passam e tudo parece que foi um sonho que ficou para trás. Por vezes pergunto-me se tudo isto é mesmo real. Parei no tempo.
Tento situar-me o melhor que posso adaptando-me a toda esta rotina diária que me desgasta o corpo e a alma de forma devoraz.
Parece que a minha vida parou em 2010. Ainda tenho dificuldades em escrever uma data.
Toda a minha vida mudou desde que conheci aqueles dois canalhas. Primeiro o conhecimento, depois a tempestade, as lutas e as conquistas, os enganos que me feriram como espadas que cortam tudo à sua passagem e a partir daí a dolorosa recuperação a que fui forçada a fazer sozinha.
As fotografias que me pediam sem eu saber qual o seu objectivo. Eram tantas que para mim aquilo tudo tornou-se absurdo. Rios e rios de tintas e mares de folhas nesta enorme encruzilhada.
O tempo foi passando mas a dor teimava a continuar matar-me e levar-me consigo para a profundeza das trevas.
Tudo me era desconhecido excepto a chuva.
A chuva confundia todas as pessoas que por mim passavam. Eu chorava e a chuva limpava-me o rosto com as suas gotas delicadas e cheias de sabedoria. Ninguém precisava de saber que eu chorava. Apenas eu e a chuva sabíamos. Dançámos juntas e juntas formamos as tempestades até ao dia em que tudo acabou.
O sol rompeu por entre as nuvens e disse que também queria estar presente e assim permaneceu junto à chuva.
O que antes parecia absurdo começou a ter um pouco de sentido.
As coisas com aqueles dois canalhas mudaram drasticamente para nossa felicidade. Falharam o objectivo deles e agora não sabem para onde se devem virar.
O destino fez das suas e hoje estou feliz.
Sinto-me vingada, mas não totalmente.
Todos os que nos fizeram mal, já estão a pagar com juros, mas falta uma coisa... Vingança? Eu não chamo vingança a isto, chamo-lhe destino.
Quem semeia ventos colhe tempestades. Eles semearam muitos ventos e agora chegaram as tempestades. Eis as consequencias de quem brincou com o fogo. Brincaram, queimaram-se. Tão simples quanto isso.
Quero que tudo isto acabe e que não volte mais, pois tudo o que começa termina da mesma forma que nascemos e depois caminhamos para a morte. Tudo acaba e o vento leva.
Tento situar-me o melhor que posso adaptando-me a toda esta rotina diária que me desgasta o corpo e a alma de forma devoraz.
Parece que a minha vida parou em 2010. Ainda tenho dificuldades em escrever uma data.
Toda a minha vida mudou desde que conheci aqueles dois canalhas. Primeiro o conhecimento, depois a tempestade, as lutas e as conquistas, os enganos que me feriram como espadas que cortam tudo à sua passagem e a partir daí a dolorosa recuperação a que fui forçada a fazer sozinha.
As fotografias que me pediam sem eu saber qual o seu objectivo. Eram tantas que para mim aquilo tudo tornou-se absurdo. Rios e rios de tintas e mares de folhas nesta enorme encruzilhada.
O tempo foi passando mas a dor teimava a continuar matar-me e levar-me consigo para a profundeza das trevas.
Tudo me era desconhecido excepto a chuva.
A chuva confundia todas as pessoas que por mim passavam. Eu chorava e a chuva limpava-me o rosto com as suas gotas delicadas e cheias de sabedoria. Ninguém precisava de saber que eu chorava. Apenas eu e a chuva sabíamos. Dançámos juntas e juntas formamos as tempestades até ao dia em que tudo acabou.
O sol rompeu por entre as nuvens e disse que também queria estar presente e assim permaneceu junto à chuva.
O que antes parecia absurdo começou a ter um pouco de sentido.
As coisas com aqueles dois canalhas mudaram drasticamente para nossa felicidade. Falharam o objectivo deles e agora não sabem para onde se devem virar.
O destino fez das suas e hoje estou feliz.
Sinto-me vingada, mas não totalmente.
Todos os que nos fizeram mal, já estão a pagar com juros, mas falta uma coisa... Vingança? Eu não chamo vingança a isto, chamo-lhe destino.
Quem semeia ventos colhe tempestades. Eles semearam muitos ventos e agora chegaram as tempestades. Eis as consequencias de quem brincou com o fogo. Brincaram, queimaram-se. Tão simples quanto isso.
Quero que tudo isto acabe e que não volte mais, pois tudo o que começa termina da mesma forma que nascemos e depois caminhamos para a morte. Tudo acaba e o vento leva.
sábado, 9 de julho de 2011
Sob Carris
A vida é mesmo assim
Tudo não passam de carris
Tudo não passa de um simples sim
Mesmo quando não sorris
O carris por onde passa o comboio
É como o carris por onde os meus pés pisam
E se afirmam para não caírem no rio
Um rio cheio de seres que me olham
Quem diria que isto teria um fim
A chuva terminou mas
O ar ainda está húmido devido a toda esta luta sem fim
No céu onde se juntaram mais almas
Percorri sem destino as curvas
Daquele carris sem ver o seu verdadeiro caminho
Tendo apenas as trevas
Como minha companheira naquele remoinho
Um remoinho que me estava destinado
E no meio de toda aquela desgraça
Apenas alguém abençoado
Me poderia salvar de toda aquela azafama
A salvação foi o carris por mim escolhido
Que no meio de todos
Foi o carris da verdade
Tudo não passam de carris
Tudo não passa de um simples sim
Mesmo quando não sorris
O carris por onde passa o comboio
É como o carris por onde os meus pés pisam
E se afirmam para não caírem no rio
Um rio cheio de seres que me olham
Quem diria que isto teria um fim
A chuva terminou mas
O ar ainda está húmido devido a toda esta luta sem fim
No céu onde se juntaram mais almas
Percorri sem destino as curvas
Daquele carris sem ver o seu verdadeiro caminho
Tendo apenas as trevas
Como minha companheira naquele remoinho
Um remoinho que me estava destinado
E no meio de toda aquela desgraça
Apenas alguém abençoado
Me poderia salvar de toda aquela azafama
A salvação foi o carris por mim escolhido
Que no meio de todos
Foi o carris da verdade
Subscrever:
Mensagens (Atom)





